Soneto Do Amor Total
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes
Amo-te tanto, meu amor... não canteO humano coração com mais verdade...Amo-te como amigo e como amanteNuma sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestanteE te amo além, presente na saudadeAmo-te, enfim, com grande liberdadeDentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmenteDe um amor sem mistério e sem virtudeCom um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúdeÉ que um dia em teu corpo de repenteHei de morrer de amar mais do que pude.
9 de jul. de 2010
30 anos sem Vinícius de Moraes...
Há exatos 30 anos, o Brasil e o mundo davam adeus a um dos maiores artistas brasileiros do século 20. Poeta, compositor, dramaturgo, jornalista e diplomata, Vinicius de Moraes foi não somente um multiartista, mas um homem lírico, que levou poesia sempre a seu lado em tudo que realizou nos seus 66 anos de vida.
Nascido no Rio de Janeiro em 19 de outubro de 1913, Marcus Vinicius de Moraes morreu em 9 de julho de 1980, deixando uma extensa obra na literatura, música, teatro e cinema, com parcerias na música brasileira que incluem nomes como Tom Jobim, Toquinho, João Gilberto, Chico Buarque, Carlos Lyra e Baden Powell.
Nascido no Rio de Janeiro em 19 de outubro de 1913, Marcus Vinicius de Moraes morreu em 9 de julho de 1980, deixando uma extensa obra na literatura, música, teatro e cinema, com parcerias na música brasileira que incluem nomes como Tom Jobim, Toquinho, João Gilberto, Chico Buarque, Carlos Lyra e Baden Powell.
8 de jul. de 2010
Tristesa não é doença - por Rodrigo da Silva
Tristeza não é doença
Por Rodrigo da Silva
“No infinito mundo dos rótulos, ao qual estamos acostumados, uma simples tristeza vira depressão e precisa ser medicada”
Existe nos dias de hoje uma desenfreada busca pela tal felicidade. Confundimos o prazer momentâneo com felicidade e nos jogamos em um abismo sem fim de consumismo onde, por breves instantes, conseguimos preencher nosso vazio interior e aí sim sermos “feliz para sempre”.
Quando eu compro um carro novo, aquilo me dá prazer, mas em poucos meses esse carro, deixando de ser novidade, passa desapercebido pelos meus olhos. Influenciado pelas propagandas que mostram familias felizes ou homens poderosos dirigindo seus automóveis eu acredito que preciso sentir aquele prazer novamente, me tornar mais seguro, mais visto, mais poderoso. Resultado: Compro.
Mas e quando o consumismo não dá conta do vazio interior de cada um? Vou ser um infeliz? Não vou ser tão feliz quanto as outras pessoas?
Essa linha de raciocínio serve para refletirmos sobre os rumos que viemos dando a nossa espécie, principalmente a essência da nossa natureza. Vivemos anestesiados, amordaçados, amortecidos, quando não é pelo consumo é pelo medo. Quando não é pelo medo é pelo poder. Quando não é pelo poder é pelas relações plastificadas, pela comida artificial, pelos remédios, etc.
No infinito mundo dos rótulos, ao qual estamos acostumados, uma simples tristeza vira depressão e precisa ser medicada. Como vivemos diariamente uma enorme pressão para sermos felizes , bonitos e legais qualquer sinal de tristeza é uma anormalidade e precisa ser combatida. O resultado disso são sentimentos anestesiados tornando as pessoas cada vez mais afastadas de suas essências, o que possibilita a co-criação de um normótico que anda como um zumbi cumprindo sua rotina de trabalhador consumista.
A indústria farmacêutica, uma das mais poderosas do planeta, através de suas “descobertas” prega a necessidade de uma “boa saúde” através de um caminhão de medicamentos. Não existe dúvida que o medo é a maior ferramenta utilizada por estas indústrias, que financiam congressos médicos, para influenciar a população em prol de seus lucros e poderes.
Terminou uma relação? Perdeu o emprego? Um amigo morreu? Chore, fique triste…daqui a pouco passa e tenha certeza que todos crescemos com isso.
Tristeza, assim como um carro novo, também passa e perde a graça.
Todos os sentimentos são agentes dinamizadores do processo evolutivo, precisamos conhecer os sentimento e não anestesiá-los. Irmos fundo na descoberta do nosso ser. Nos expormos, abrir o peito para a existência, para a percepção dos detalhes. É preciso coragem…
Para saber e conhecer um pouco mais:
www.formacaohumana.com.br
Por Rodrigo da Silva
“No infinito mundo dos rótulos, ao qual estamos acostumados, uma simples tristeza vira depressão e precisa ser medicada”
Existe nos dias de hoje uma desenfreada busca pela tal felicidade. Confundimos o prazer momentâneo com felicidade e nos jogamos em um abismo sem fim de consumismo onde, por breves instantes, conseguimos preencher nosso vazio interior e aí sim sermos “feliz para sempre”.
Quando eu compro um carro novo, aquilo me dá prazer, mas em poucos meses esse carro, deixando de ser novidade, passa desapercebido pelos meus olhos. Influenciado pelas propagandas que mostram familias felizes ou homens poderosos dirigindo seus automóveis eu acredito que preciso sentir aquele prazer novamente, me tornar mais seguro, mais visto, mais poderoso. Resultado: Compro.
Mas e quando o consumismo não dá conta do vazio interior de cada um? Vou ser um infeliz? Não vou ser tão feliz quanto as outras pessoas?
Essa linha de raciocínio serve para refletirmos sobre os rumos que viemos dando a nossa espécie, principalmente a essência da nossa natureza. Vivemos anestesiados, amordaçados, amortecidos, quando não é pelo consumo é pelo medo. Quando não é pelo medo é pelo poder. Quando não é pelo poder é pelas relações plastificadas, pela comida artificial, pelos remédios, etc.
No infinito mundo dos rótulos, ao qual estamos acostumados, uma simples tristeza vira depressão e precisa ser medicada. Como vivemos diariamente uma enorme pressão para sermos felizes , bonitos e legais qualquer sinal de tristeza é uma anormalidade e precisa ser combatida. O resultado disso são sentimentos anestesiados tornando as pessoas cada vez mais afastadas de suas essências, o que possibilita a co-criação de um normótico que anda como um zumbi cumprindo sua rotina de trabalhador consumista.
A indústria farmacêutica, uma das mais poderosas do planeta, através de suas “descobertas” prega a necessidade de uma “boa saúde” através de um caminhão de medicamentos. Não existe dúvida que o medo é a maior ferramenta utilizada por estas indústrias, que financiam congressos médicos, para influenciar a população em prol de seus lucros e poderes.
Terminou uma relação? Perdeu o emprego? Um amigo morreu? Chore, fique triste…daqui a pouco passa e tenha certeza que todos crescemos com isso.
Tristeza, assim como um carro novo, também passa e perde a graça.
Todos os sentimentos são agentes dinamizadores do processo evolutivo, precisamos conhecer os sentimento e não anestesiá-los. Irmos fundo na descoberta do nosso ser. Nos expormos, abrir o peito para a existência, para a percepção dos detalhes. É preciso coragem…
Para saber e conhecer um pouco mais:
www.formacaohumana.com.br
7 de jul. de 2010
Meus trabalhos, moldes, revistas e inspirações
Busco sempre novidades em revistas, livros nacionais e importados, especialmente na net, meus trabalhos são releituras de outros, não os crio.
Às vezes tenho dúvidas em relação a artesã que colocam "criação e execução" pois, muitos desses trabalhos tenho em revistas, principalmente argentinas e japonesas, na minha opinião isso seria uma releitura, mas posso estar equivocada, se alguém quiser deixar um comentário q respeito desse assunto agradeço.
Acho que temos que nos inspirar em pessoas criativas, autênticas que não usam indevidamente fotos e trabalhos de outros como se fossem seus e temos sim que divulgar quem são esses, para que todos não sejam enganados por estes.
Bom, agradeço as visitas no meu blog, e sempre que passarem por aqui deixem um recadinho...
Todas as fotos de artesanato que estão em meu blog são de trabalhos executados por mim.
Às vezes tenho dúvidas em relação a artesã que colocam "criação e execução" pois, muitos desses trabalhos tenho em revistas, principalmente argentinas e japonesas, na minha opinião isso seria uma releitura, mas posso estar equivocada, se alguém quiser deixar um comentário q respeito desse assunto agradeço.
Acho que temos que nos inspirar em pessoas criativas, autênticas que não usam indevidamente fotos e trabalhos de outros como se fossem seus e temos sim que divulgar quem são esses, para que todos não sejam enganados por estes.
Bom, agradeço as visitas no meu blog, e sempre que passarem por aqui deixem um recadinho...
Todas as fotos de artesanato que estão em meu blog são de trabalhos executados por mim.
5 de jul. de 2010
Um findy primaveril!!!
29 de jun. de 2010
25 de jun. de 2010
1 de jun. de 2010
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